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POR QUE VOCÊ NÃO FOI CHAMADO PARA AQUELA ENTREVISTA DE TRABALHO? Notícias

13
nov

POR QUE VOCÊ NÃO FOI CHAMADO PARA AQUELA ENTREVISTA DE TRABALHO?

A transição de carreira é um momento, no mínimo, intenso na vida de qualquer pessoa. Vamos imaginar que você está há quase 9 meses buscando uma recolocação profissional e não consegue, sequer, uma entrevista depois de ter enviado muitos currículos. Bem, esta história não é hipotética. Esta é a minha versão da procura de uma oportunidade de trabalho, depois de ter concluído um curso de Mestrado em Ecologia em 1986. Você, leitor, pode imaginar que naquela época, as vagas no mercado ambiental eram quase inexistentes.

É óbvio que este mercado mudou e oferece muito mais oportunidades nesta área. O nosso trabalho diário na INSITE Ambiental é vencer este “paradigma da entrevista que não acontece”. Identificamos as melhores vagas no mercado ambiental e de sustentabilidade e oferecemos às empresas somente profissionais com alta aderência, tornando o processo mais assertivo e com menores custos para todos os lados.

Esta convivência com vários profissionais que contratam os serviços da INSITE Ambiental para uma recolocação no mercado ambiental e de sustentabilidade, nos mostra um certo padrão neste processo. Muitos relatam que já estão cadastrados em vários “sites de empregos” por longos períodos e que já enviaram muitos CVs (alguns relatam mais de 200 CVs enviados!) sem terem sido chamados para uma única entrevista. Em quase 100% das vezes, esses profissionais não recebem, sequer, uma mensagem de agradecimento. Para nós é óbvio que esta situação desestimula, desempodera, desanima e traz muita ansiedade para um profissional que, algumas vezes, já tem experiência na área e está precisando trabalhar. Dá para imaginar também o desafio daqueles que acabaram de concluir seus cursos de graduação na área e estão entrando no mercado.

Por isso, eu decidi explicar neste artigo, porque muitos profissionais vivem esse “paradigma da entrevista que não acontece” no nosso mercado. E também quero aqui, mostrar o quanto é difícil o trabalho do recrutador ou selecionador de uma empresa, trabalhando com uma vaga técnica.

Bem, existe várias razões pelas quais você ainda não foi chamado para uma entrevista, mas, a principal e mais consistente delas, é o fato de que o seu CV enviado tem baixa ou nenhuma aderência com a vaga apresentada. Simples assim!

Como assim? Você está dizendo que eu errei de vaga?

Exatamente!

Nossa experiência tem mostrado que muitos profissionais, por razões ainda indefinidas pela ciência, não conseguem ler com cuidado e detalhe suficientes a descrição de uma vaga publicada e, por ansiedade ou desespero, enviam o CV para todas as posições que aparecem no mercado. O resultado desta situação é caótico para os recrutadores que ficam “loucos” com tantos perfis sem aderências e catastrófico para a autoestima desses profissionais. Na prática, numa área técnica e ainda relativamente desconhecida como a nossa, menos de 10% dos perfis recebidos por um recrutador tem a aderência desejada com uma vaga anunciada. Além disso, esses profissionais de RH sofrem muito com a linguagem técnica (que é normal!) de um CV da área ambiental ou de sustentabilidade.

Em geral, os custos de recrutamento e seleção de um profissional são muito altos em qualquer empresa. E quando o processo, por razões diversas, não é bem-sucedido, temos uma contratação de baixa longevidade. E aí os custos pioram!

Vamos pensar um minuto juntos! O Brasil tem mais de 12 milhões de desempregados e vamos supor que cada vaga gere uma média de 500 CVs para serem analisados. Já dá para imaginar o trabalho “gigante” do pessoal de seleção nas empresas. Esta é a razão óbvia pelas qual é quase impossível para uma empresa agradecer, de forma personalizada, todos os CVs recebidos.

Agora, eu vou listar para você, de forma bem objetiva, quais são os principais fatores que tiram um CV dos 10% selecionados:

1. Ausência total de aderência. Para que você tenha uma ideia, quando a INSITE anuncia uma oportunidade para um especialista em qualquer área ambiental ou de sustentabilidade, em geral, entre 20% e 30% dos CVs que recebemos, não tem qualquer relação com as qualificações ou competências solicitadas. Exemplo: solicitamos recentemente um Especialista em Toxicologia Ambiental. 40% dos CVs recebidos não continham a palavra “toxicologia” no texto. Ou seja, esses profissionais tinham ZERO de aderência com a nossa demanda.

2. Aderência mínima. Saindo da condição acima, nos deparamos com outra situação interessante. Em geral, entre 50% e 60% dos CVs que recebemos para uma oportunidade que postamos, tem algum tipo de aderência com a nossa demanda, mas, por exemplo, de quatro exigências colocadas, o profissional, normalmente só atende uma ou duas. Exemplo: a vaga solicita formação em geologia, Inglês fluente, experiência com trabalhos embarcados em plataformas e sólidos conhecimentos em ArcGIS. Neste caso hipotético, receberemos uma grande quantidade de CVs de geólogos e profissionais que conhecem o pacote ArcGIS e que não tem as outras duas características. Ou seja, esses perfis vão todos para o banco de dados porque, simplesmente, não tem uma aderência mínima com a vaga.

3. Aderência aceitável. Vamos manter o exemplo acima. O que seria aceitável em termos de aderência? Veja, neste caso, vamos assumir que o diferencial para a vaga é a experiência de trabalhos em plataformas de petróleo e o Inglês fluente. A formação em geologia e conhecimentos de ArcGIS poderiam ser consideradas características “negociáveis”. Então, uma aderência aceitável seria a conformidade com os dois diferenciais (plataforma+Inglês) e com uma das negociáveis, preferencialmente a formação em geologia. Neste caso, consideramos os conhecimentos de ArcGIS como um “fast learning”, ou seja, de rápida aprendizagem. Mas, considere que, mesmo com este nível de aderência, você pode não estar nos 10% selecionados.

4. Boa aderência. Seguimos com o exemplo do geólogo. O que seria uma boa aderência? Consideramos que quando o profissional tem todas as características solicitadas na vaga, mesmo que, eventualmente, os anos de experiência ainda não sejam totalmente favoráveis, estamos diante de uma boa aderência e grandes chances deste talento estar entre os 10% selecionados na primeira fase.

5. Alta aderência. Neste caso estamos diante do profissional que atende a todos os requisitos de uma posição. Para as empresas, esses são aqueles profissionais que tem uma curva de aprendizado mínima. Depois do “onboarding” na empresa já começam a atuar como se estivessem naquela posição há bastante tempo. Este é o perfil ideal e, em geral, muito poucos profissionais atendem integralmente para uma posição.

Eu percebo que, cada vez mais, os mercados de meio ambiente e sustentabilidade estão mais competitivos e seletivos. É muito importante ter diferenciais para fugir das estatísticas da seleção. Pense o seguinte: qualquer característica diferencial pode fazer uma grande vantagem se você já tem uma aderência aceitável. Além disso, é muito importante que você seja realista. Analise, entenda a vaga e se coloque na posição do selecionador. Agora, quando você tem alta aderência para uma vaga, se prepare muito bem para a entrevista e boa sorte!


A INSITE Ambiental é a única empresa do mercado que faz recolocação, aconselhamento de carreira e desenvolvimento profissional exclusivamente nas áreas ambiental, saúde e segurança e sustentabilidade. A INSITE também é uma plataforma de serviços ambientais, que disponibiliza uma lista de fornecedores pré-qualificados para mais de 400 ítens.

Editor: Rubens Oliveira Jr.
Foto: Pixabay

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