Os conceitos de Economia Circular, que estão evoluindo fortemente na China e na Europa, mostraram novos caminhos na gestão de resíduos e nas reduções da pegada de água e de carbono na indústria moderna.
Esta evolução de conceitos em sustentabilidade é tão agressiva que chega a confundir o mercado e cria uma certa “letargia” nas empresas. As mudanças parecem tão dinâmicas e ao mesmo tempo tão voláteis, que os tomadores de decisões se mantem em posição de espera para entender o que realmente vai afetar os seus negócios.
A indústria têxtil em exemplo de como esta metodologia pode reduzir custos de uma operação e diminuir os impactos sobre o meio ambiente. Este segmento talvez seja o que mais tenha evoluído nos conceitos de circularidade da economia. Recentemente uma Análise do Ciclo de Vida (ACV) de um novo tecido poliuretano (PU) à base de água, criado pela Covestro e denominado INSQIN, demonstrou uma redução de 45% na pegada de carbono dos tecidos tingidos com esta tecnologia quando comparados com aqueles à base de solventes convencionais.
De acordo com esta análise, 1.000 m2 de poliuretano (PU) sintético produzido com a tecnologia INSQIN tem potencial de aquecimento global de 6.900kg/C02-eq contra 12.700kg/CO2-eq do PU convencional.
Se toda a produção mundial de tecidos PU, que é de 4 bilhões de m2, fosse produzida com a tecnologia INSQIN removeríamos de circulação mais de 6 milhões de carros e economizaríamos o equivalente ao consumo diário de água de 340.000 pessoas na China.
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